Foi
inaugurada em 2003, fica na fronteira entre Brasileia e Cobija (cidade
boliviana). Ela possui apenas via única, o trânsito no local é controlado por
dois semáforos, um do lado brasileiro e o outro do lado boliviano. Esta
ponte contribui para as relações sociais e comerciais entre os dois países, e
possui significativa expressão turística para o Estado do Acre. O nome
dado a esta construção busca homenagear um dos importantes personagens da
história do Acre, que contribuiu para criação do Estado e preservação da
floresta. (Andreia Miranda – Turma A)

Que bacana ver isso! Me faz refletir sobre como deve ser a relação dos moradores dessa cidade com os bolivianos.
ResponderExcluirMorei um pouco na Bolívia, e é impressionante o como as raízes indígenas estão tão vivas nesse povo, refletindo-se na simplicidade, na humildade, na energia para trabalhar, na dedicação com a família e a comunidade. Não sei se me equivoco, mas senti que por ser um país de recursos materiais e, consequentemente, tecnológicos tão reduzidos, os valores imperialistas não dominam as pessoas com tanta facilidade e rapidez que o fazem em países mais "desenvolvidos".
Enfim, fiquei ainda mais curiosa para saber como é nascer e criar-se na fronteira.
No passado tive a oportunidade de passar pequenos períodos em cidades que fazem fronteira com outros países, como Puerto Iguazu (Argentina, fronteira com Foz do Iguaçu), Villazon (fronteira da Argentina com Bolívia), etc. E eu fiquei encantada com a riqueza que é viver numa cidade vizinha de outro país. Penso que o intercâmbio de culturas entre diferentes nações ajuda muito ao ser humano compreender, aceitar e valorizar as diferenças culturais, além de aprender com as diferenças. Como o Brasil é um país tão grande, muitos Estados não têm essa aproximação com pessoas de outras nacionalidades, e os moradores acabam não tendo muita oportunidade de vivenciar isso.
Eu diria que quem tem condições de conhecer outros países, e não me limito a condições financeiras porque eu e muita gente que eu conheço somos uma prova de que se pode viajar gastando muito pouco.
Certo dia um indiano viajante me disse: "eu não sou turistas, eu sou peregrino. Pois o turista exige, reclama, quer o melhor; já o peregrino aceita, contempla e procura estar satisfeito com o que lhe é apresentado". Interessantes, né?
Abraço a todos!