sábado, 15 de novembro de 2014

Ponte Wilson Pinheiro em Brasileia/Acre

Foi inaugurada em 2003, fica na fronteira entre Brasileia e Cobija (cidade boliviana). Ela possui apenas via única, o trânsito no local é controlado por dois semáforos, um do lado brasileiro e o outro do lado boliviano. Esta ponte contribui para as relações sociais e comerciais entre os dois países, e possui significativa expressão turística para o Estado do Acre. O nome dado a esta construção busca homenagear um dos importantes personagens da história do Acre, que contribuiu para criação do Estado e preservação da floresta. (Andreia Miranda – Turma A)

FOTOS DO POLO DE BRASILEIA/AC




A UAB em Brasileia/ACRE

Brasiléia é uma das localidades estratégicas que foi presenteada, desde o ano de 2007, com a presença da UAB, através da parceria entre a Universidade de Brasília e o governo do Estado, inicialmente funcionando em espaços alternativos com os cursos de Artes Visuais, Teatro e Música. Em 2009, recebeu a reoferta desses cursos. Também foram implantados os cursos de Pedagogia e de Formação Continuada de Escolas Sustentáveis com vida. A partir do ano de 2010, passou a contar com sede própria e, em função dessa melhoria, o CEDUP - Centro Estadual de Educação Permanente – Polo Brasiléia -  passou a oferecer atendimento nos três turnos, tanto para alunos da UAB-UnB, quanto para a comunidade que o procura. O CEDUP- Polo Brasiléia, tornou-se referência para alunos tanto do sistema UAB quanto de outras escolas e universidades, que procuram o espaço da biblioteca em virtude do acervo riquíssimo de livros que são utilizados como fonte de pesquisas.  (Andreia da Silva Siqueira e Elifrane Siqueira Ribeiro- Turma A)

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

PROJETO II - FREINET SEM FRONTEIRAS : Goiás- Turma B

PROJETO II - FREINET SEM FRONTEIRAS : Goiás- Turma B: Cidade de Araguapaz                                                                                                                  ...

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Poesia de Xapuri

Poesia Matança – do Baiano Augusto Jatobá
(Cantado também pelo músico Baiano Xangai)
 Cipó caboclo tá subindo na virola, chegou a hora do pinheiro balançar,  sentir o cheiro do mato da imburana, descansar morrer de sono na sombra da barriguda, de nada vale tanto esforço do meu canto, pra nosso espanto tanta mata haja vão matar, foi mata atlântica e a próxima amazônica, arvoredos seculares impossível replantar.
Que triste sina teve cedro nosso primo, desde menino que eu nem gosto de falar, depois de tanto sofrimento seu destino, virou tamborete mesa cadeira balcão de bar.
Quem por acaso ouviu falar da sucupira, parece até mentira que o jacarandá, antes de virar poltrona porta armário, mora no dicionário vida-eterna milenar.
Quem hoje é vivo corre perigo, e os inimigos do verde da sombra, do ar que se respira e a clorofila das matas virgens destruídas, é bom lembrar que, quando chegar a hora, e é certo que não demora, não chama Nossa Senhora, só quem pode nos salvar.
 É caviúna, cerejeira, baraúna, imbuia, pau-d arco, solva, juazeiro, jatobá, gonçalo-alves, paraíba, itaúba, louro, ipê, paracaúba, peroba, massaranduba, carvalho, mogno, canela, imbuzeiro, catuaba, janaúba, arueira, araribá,pau-ferro, angico,amargoso, gameleira,andiroba, copaíba, pau-brasil, jequitibá.
Postado por Sirlene.

Cidade de Itapuranga - Goias

ITAPURANGA 
                                                                   
                   por Rejane Brito e Maria de Fátima



Nossa cidade de Itapuranga tem uma tradicional festa desde 1988, o Domingo Cultural, que é realizado uma vez por ano, no mês de maio, criado então pelo vereador João Lima da Fonseca e pela ilustre moradora e hoje atual vereadora Maria Zélia Cardoso de Melo. O Domingo Cultural resgata as raízes de nossa história, conta com a presença de fiadeiras, bordadeiras e artesões, que mostram como era realizado os trabalhos manuais. Essa festa completou 26° edição, a festa se inicia as 5:30 da manhã com a orquestra e conta com apresentações o dia todo, o encerramento é por volta de 5:00 horas da tarde, quando começa o show com artistas regionais.









Fonte não informada

BELEZAS DE GOIAS - TURMA B






por Luciene Rosa

Goiás- Turma B

Cidade de Araguapaz 

                                                                  
                                                                   por Marcia Duarte






Conheça um pouco da hostória de Goiás


Por Lazara Chaves.


Gostaria de relatar um pouco sobre a nossa cidade, a Cidade de Goiás é uma cidade pequena de aproximadamente 27 mil moradores, possui Curso de Graduação de Letras, Geografia, Matemática, História e Turismo pela UEG (Universidade Estadual de Goiás), cursos de Direito, Administração e Serviço Social pela UFG (Universidade Federal de Goiás) pela UnB/UAB temos Pedagogia e Geografia, esses cursos trazem muitos estudantes das cidades circunvizinhas. A cidade é uma cidade turística e envolve muitos acontecimentos durante o ano. Temos o carnaval que atrai turistas de vários cantos, o FICA (Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental), durante o evento são transmitidas amostras de filmes que mostram as diversidades do meio ambiente e o porquê de preservá-lo, além das amostras dos filmes, durante todos os dias acontecem shows com cantores goianos e exposições de trabalhos manuais feitos pelos artesãos da cidade. No último dia de evento acontece na praça de eventos próximo a beira rio um grande show que geralmente é para fechar com chave de ouro, como Caetano Veloso, Rita lee, Gal Costa...etc.
A cidade de Goiás é a cidade de Cora Coralina, poetiza que ficou consagrada por valorizar as casas, ruas e becos da cidade em seus poemas. Neste ano de 2014 ela completaria 125 anos. Na foto esta casa com 5 janelas é a casa dela, ao fundo apontando para o céu é a Igreja do Rosário, à frente é a Cruz do Anhanguera, dizem que era uma igreja e a enchente a derrubou levando todo ouro que tinha dentro inclusive um sino, mas por muitos anos garimpeiros fizeram seus trabalhos e nada foi encontrado. Esta foto ao lado mostra o Rio Vermelho quando está cheio, às vezes sobe tanto em período de chuva que chega a transbordar assustando a população, já que muitas casas são construídas às margens do rio.

A Semana Santa também é uma tradição que envolve muitos turistas, afinal a procissão de fogaréu é conhecida mundialmente, e muito bem interpretada pelos nossos atores goianos.


A cidade foi presenteada com a gravação da abertura da novela “Em Família”, que movimentou muito o comércio e o turismo durante o período da gravação.


O nosso cerrado é rico em alimento, temos o caju, o pequi, a mangaba, neste período de outubro quando começa as chuvas eles ficam todo movimentado com pessoas que saem de madrugada para pegarem as frutas fresquinhas no chão.
O quepode-se fazer com o caju? Doces, sucos ou chupa-los se forem doces, por que geralmente os cajus do cerrado são azedos, próprios para sucos e doces.


O pequi é um arvoredo que só quando a fruta cai no chão é que pode pegar, porque ela fica doce e saborosa, se for pega com a vara ele não tem sabor porque ainda não estava maduro. Do pequi pode-se fazer : arroz com pequi, pequi com frango, etc. as pessoas costumam congelar em conservas para que dure o ano todo, porque o período de cultivo é muito rápido e só temos uma vez no ano.

Esta é uma pequena história da nossa cidade, porque se fôssemos falar tudo de belo que nela existe escreveríamos um livro, mas vamos deixar para os outros colegas apresentarem mais.

Referências:

Lendas e Histórias

Mais um pouco da cidade de Goiás.


Lendas e Histórias, por Lazara Chaves.


Lenda da Procissão das Almas

A Lenda da Procissão das Almas, conta sobre uma velha, que vivia sozinha na sua casa, e por não ter muito que fazer, nem com quem conversar, passava a maior parte do dia olhando a rua através da sua janela, coisa muito comum no interior. Até que numa tarde quando estava quase anoitecendo ela viu passar uma procissão, todos estavam vestidos com roupas largas brancas (como fantasmas) com velas nas mãos e ela não conseguia identificar ninguém, logo estranhou, pois sabia que não haveria procissão naquele dia, pois ela sempre ia à igreja, e mesmo assim quando havia alguma procissão era comum a igreja tocar os sinos no inicio, mas nada disso foi feito. E a procissão foi passando, até que uma das pessoas que estava participando parou na janela da velha e lhe entregou uma vela, disse a velha guardasse aquela vela e que no outro dia ela voltaria para pegá-la .Com a procissão chegando ao fim a velha resolveu dormir, e apagou a vela e guardou-a. No outro dia, quando acordou, a velha foi ver se a vela estava no local onde ela guardou, porém para sua surpresa no local em que deveria estar a vela estava um osso de uma pessoa já adulto e de uma criança.
Horrorizada, a velha senhora persignou-se e rezou o credo com devoção e fervor, repetindo esse procedimento algumas vezes durante o dia. Um longo dia, por sinal, mas que finalmente se foi, como é o destino inexorável de todos eles. E então, pouco antes da meia-noite, ela, trêmula de medo, devolveu os ossos e duas velas bentas à figura embuçada que lhe apareceu diante da janela, recebendo da mesma a seguinte recomendação: ”Que isto te sirva de lição, pois a Procissão das Almas não é para ser vista pelos viventes”.

Dizem que a Procissão das Almas, em Mariana, é baseada nessa lenda, e por isso os devotos que dela participam usam os mesmos trajes e aparatos descritos pela senhora que presenciou a Procissão das Almas.

Bartolomeu Bueno da Silva

Bandeirante paulista (1672-1740). Um dos principais desbravadores do ciclo do ouro, em Minas Gerais e Goiás.
 Bartolomeu Bueno da Silva (1672-1740) nasce em Parnaíba. Herda do pai o nome e o apelido Anhanguera (Diabo Velho), dado pelos indígenas. Segundo alguns historiadores, seu pai teria enganado os índios ateando fogo em certa quantidade de álcool e ameaçando incendiar os rios. Com apenas 12 anos, Bartolomeu acompanha o pai em uma expedição ao território goiano. Na ocasião espalha-se a lenda sobre a suposta existência de minas de ouro e pedras preciosas na Serra dos Martírios. Em 1701 fixa-se em Sabará, Minas Gerais, indo mais tarde para São José do Pará e Pintangui, atraído pela descoberta de ouro na região. É nomeado fiscal do distrito, mas a Guerra dos Emboabas o força a retornar a Parnaíba. Em 1722 parte de São Paulo em mais uma expedição e, durante três anos, explora os sertões de Goiás. É acompanhado de dois religiosos beneditinos e um franciscano, 20 índios, 39 cavalos e 152 armas, além de levar munição e alimentos. Encontra algumas jazidas de ouro no rio dos Pilões e pequenas amostras no rio Claro. Nas situações de busca em que nada encontravam, Bartolomeu dizia "ou descobrir o que buscava ou morrer na empresa". Finalmente encontra ouro em abundância no rio Vermelho e volta à região em 1726, já como capitão-mor das minas. Ganha sesmarias do rei português dom João V, bem como o direito de cobrar passagem nos rios que levam às minas de Goiás. Perde o poder à medida que a administração colonial se organiza na região. Morre pobre na vila de Goiás.



terça-feira, 11 de novembro de 2014